
As entidades médicas de Pernambuco decidiram denunciar o governo do Estado à Organização das Nações Unidas (ONU) e Organização dos Estados Americanos (OEA), acusando o poder público de omissão frente ao colapso de atendimento nos hospitais públicos.
Também será movida uma ação civil na Justiça local, com o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por descumprimento do acordo firmado entre médicos e a Secretaria de Saúde em agosto do ano passado.
O Conselho Regional de Medicina de Pernambuco (Cremepe) também alertou para o risco de greve ou exoneração em massa, até o dia 10, se não forem atendidas as seguintes reinvidicações: salário-base de R$ 3,4 mil (hoje é de R$ 1,9 mil) e equiparação salarial entre plantonistas e neurocirurgiões, com vencimentos de R$ 5 mil líquidos.
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