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Pintou, brilhou!

garrafa

WEG lança tinta fluorescente para irradiar baladas país afora. Peças de vidro, aço e alumínio decoram ambientem iluminados por luz negra: um toque especial à vida noturna brasileira.

Presentes tanto em plataformas de petróleo quanto em garrafinhas de champagne, as tintas WEG possuem propriedades inovadoras e prometem longa vida aos produtos nos quais são aplicadas.

A novidade agora fica por conta das tintas fluorescentes. Disponíveis nas cores fumê, preta, transparente, rosa e gelo, as tintas podem ser aplicadas em peças de vidro, aço e alumínio.

“Casas noturnas e motéis, por exemplo, devem investir no produto para a decoração dos ambientes. O tuning de automóveis também é um nicho”, descreve Reinaldo Richter, diretor da unidade de tintas da WEG. Quando expostas à luz negra, as peças pintadas com a tinta fluorescente brilham. Vernizes com o efeito também podem ser aplicados em bancadas e mesas. “A iluminação, combinada com vidros e outros acessórios, produzem um efeito fantástico”, conta.

A luz e as cores

A luz viaja em ondas e o comprimento e a freqüência dessas ondas definem suas cores. Do outro lado, as propriedades físicas e químicas dos objetos à nossa volta definem de que forma a luz será refletida por eles para que assim, manifestem suas cores.

Conforme o comprimento e a freqüência das ondas dos raios de luz, as cores dos objetos são diferentes. Basta observar a mesma toalha branca do piquenique sob a luz do pôr do sol ou sob a luz da lavanderia na noite de domingo.

Ultravioleta

As lâmpadas de luz negra emitem raios ultravioleta (UV) que provocam diferentes efeitos na cor conforme são refletidos pelos objetos. O UV destas lâmpadas é obtido principalmente através de uma lâmpada fluorescente sem a proteção do componente (fósforo) que a faz emitir luz visível.

Dentro da lâmpada fluorescente comum, há um gás inerte (mercúrio) que, na passagem de elétrons, emite radiação no comprimento de onda do ultravioleta. Esta radiação liberada “bate” na borda da lâmpada que é revestida internamente por fósforo. O fósforo excitado com a energia recebida reemite a energia em comprimentos de onda visíveis (branco). A diferença para a luz negra é que esta não possui o revestimento de fósforo, deixando, assim, passar toda radiação ultravioleta.

Fonte: WEG.

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