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Síndrome do Pânico

panico

As tensões provocadas por problemas contemporâneos como a competitividade do mercado de trabalho e a violência urbana motivam o surgimento da síndrome do pânico, transtorno psíquico que já atinge cinco em cada cem pessoas no mundo.

“As pressões sociais vêm de fatores como o tipo de estrutura familiar, o campo profissional e a situação econômica. Estamos vivendo numa época em que somos ameaçados todo o tempo, na rua e em casa. Esse estresse aumenta muito com tantas obrigações diárias e qualquer situação mais intensa de tensão pode ser o estopim para o começo de uma crise de pânico”, ressalta Fatima Vasconcellos, chefe de clinicas do serviço de psiquiatria da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro.

A crise de pânico é uma experiência de ansiedade levada ao extremo. O corpo reage como se estivesse frente a um perigo, porém não há nada em volta que justifique esta reação.

“Durante uma crise, a pessoa tem sintomas como taquicardia, perda do foco visual, dificuldade de respirar, formigamento, tontura, dor ou desconforto no peito, boca seca, tremores, náuseas, desconforto abdominal, sudorese, calafrios, ondas de calor, despersonalização e sensação de iminência da morte. A intensidade dos sintomas cresce de modo acelerado e os ataques podem acontecer a qualquer hora”, constata o psicólogo Artur Scapato, mestre em psicologia clínica (PUC-SP) e coordenador do site www.psicoterapia.psc.br.

A origem da síndrome do pânico está ligada a experiências traumáticas.

“As crises começam geralmente nos processos de ativação de memórias implícitas de traumas. Apesar de o corpo reagir como se estivesse em perigo, este perigo não é visível e não está presente no ambiente. Vem do passado e não está acessível à consciência. A partir de uma situação disparadora posterior, geralmente em situações de estresse intenso, este circuito pode ser reativado passando a produzir as crises de ansiedade e pânico”, diz Scapato.

A síndrome do pânico tem o dobro de incidência entre as mulheres, em relação aos homens. Elas estão mais suscetíveis às pressões devido à rotina de tripla jornada.

“Por volta dos 30 anos, as mulheres têm mais tendência que os homens de desenvolver a síndrome do pânico porque é justamente na época em que estão no auge da carreira profissional e precisam conciliar o trabalho fora de casa com o do lar, além das funções de esposa e mãe. Essa faixa etária apresenta maior incidência desse transtorno, que também pode começar na infância ou na velhice”, analisa Fátima.

Fonte: JB Online.

Moral da História: Muitas pessoas tem esse tipo de síndrome, mas não o reconhecem. Um risco perigoso.

4 Respostas

  1. Faço o 5º periodo de enfermagem e nesse momento realiso um artigo sobre síndrome do panico. Essas informações aqui encontradas foram de suma importancia.
    BOA NOITE E OBRIGADA!

  2. Tenho 26 anos e descobrir à uma semana, que tenho a síndrome do pânico. Hà 03 anos atrás ocorreu a primeira crise, pensei que fosse o meu fim, desesperei e fui ao ponto de atendomento. Quando passou comecei a ficar com um enorme medo que essa situação voltasse, comecei a associar algo direcionado a Igreja, pois comecei a frequentar. Pouco tempo depois foi dando com frequencia, e não entendia tal sofrimento. Comecei a ter medo de sentir o tamanho medo novamente, então não saia mais, deixei de relação sexual com meu namorado, em fim minha vida social modificou totalmente. É um terror tão grande que não desejo à ninguém. Fui ao psiquiátra e ele me informou sobre a síndrome do pânico passou medicamentos. Não comprei ainda…..

  3. Minha mão tem essa triste doença.
    Como diz ela é uma das piores doenças do mundo pois não é visivel não é qlqr um q entende, não pe facil explicar.
    As crises dela começaram num salão de beleza (o q a fez começar a evita-los), depois em restaurante e assim por diante até um momento que ela não saia de casa por medo das crises (em casa elas também ocorriam mas ela se sentia mais segura.), foram 3 anos sem sair de casa até mesmo para colocar o lixo pra fora, foi um período horrivel tanto pra ela como para todos nós que conviviamos com isso.
    Graças a Deus encontramos um médico que deu atendimento e explicou tudo e deu a medicação correta (mas esse não era o primeiro médico) e ela melhorou e agora tem uma vida normal com os medicamentos.

    A unica coisa q tenho a falar a qm sofre disso e as pessoas q convivem com ela é que procure um bom medico e faça o tratamento correto, pois espera que isso passe com um milagre não ocorre.É uma doença grave e triste que precisa de um longo e intnso tratamento!

  4. descobri que tinha a sindrome do panico mas o meu deus que opera milagres mim curou para a honra e gloria de deus.

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