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Megasena – Novo milionário é acusado por funcionário de ter sumido com bilhete premiado

O advogado do novo milionário de Joaçaba (SC) deve entrar, até quarta-feira (12), com agravo no Tribunal de Justiça de Santa Catarina para tentar liberar a conta bancária em que foi depositado o prêmio de R$ 27 milhões da Mega-Sena, que saiu no sorteio do concurso 898, no dia 1º de setembro. O valor foi bloqueado pelo juiz da 2ª Vara Cível de Joaçaba, Edemar Gruber, na quarta-feira (5).

Guinter Otto Grander representa do novo milionário no processo movido pelo marceneiro Flávio Júnior Biassi, 21 anos, que acusa o patrão de ter ficado com o bilhete premiado. A família do comerciante nega que a aposta tenha sido feita pelo rapaz.

“Já estamos juntando documentos e testemunhas para provar que meu cliente tem razão. No máximo, até quarta-feira, devemos entrar com o agravo no TJ de Santa Catarina. Entendemos que o juiz de Joaçaba concedeu a liminar sem conhecer os autos. Se ele os tivesse analisado, não bloquearia a conta bancária”, disse Grander.

O prêmio do concurso 898 estava acumulado em R$ 55,5 milhões e saiu para duas apostas, uma de Rondônia e a outra de Santa Catarina. O valor do prêmio que saiu em Joaçaba está causando controvérsia.

O marceneiro Flávio Júnior Biass registrou um Boletim de Ocorrência de estelionato na delegacia da cidade, na terça-feira (4), contra o patrão. No documento, ele é acusado pelo rapaz de ter fugido com o bilhete premiado. Informalmente, patrão e empregado teriam combinado de repartir o dinheiro se os números fossem sorteados.

O rapaz argumenta que fez uma combinação com os números de seu celular para sugerir as seis dezenas do volante ganhador. A Caixa Econômica Federal sorteou as seguintes dezenas: 03 – 04 – 08 – 30 – 45 – 54.

A Caixa Econômica Federal informou que o portador do bilhete é considerado o proprietário do prêmio. A família de Biass não concordou e levou o caso à Justiça. Na quarta-feira (5), o juiz da 2ª Vara Cível da cidade, Edemar Gruber, determinou o bloqueio de conta bancária onde foi depositado o prêmio.

Moral da História: Isso ainda vai dar muito pano para manga. Mas o certo era os dois dividirem o prêmio e pronto. Ficaria tudo mais fácil.

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